Educação | Tecnologias Sociais | Transforma! - Rede de Tecnologias Sociais

Educação

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Animare

F7 Produções Artísticas

Realização de oficinas de Animação 2-D e stop-motion para crianças e jovens, visando à produção de desenhos animados educomunicativos sobre Direitos Humanos, Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, para promover a sua difusão por meio de internet, TV e festivais de cinema. Entre 2002 e 2018, foram distribuídos cerca de 30.000 DVDs para escolas e ONGs. Em 2019, o acervo audiovisual foi migrado para o canal https://youtube.com/estudiof7

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Antenados Produtora

Instituto Ramacrisna

A tecnologia visa oferecer novas perspectivas de vida e promover o empoderamento de jovens acima de 16 anos, em situação de vulnerabilidade social, moradores em área rural e/ou periferia de cidade do interior, através da qualificação profissional no segmento de fotografia, cinegrafia, edição de imagens e redação. Essa formação possibilita se tornarem potenciais produtores de conteúdo e agentes transformadores da sociedade em que vivem, gerando trabalho e renda através da prestação de serviços a empresas e organizações sociais, produzindo reportagens, coberturas fotográficas e vídeos institucionais, tornando-se um grupo autossustentável e autônomo, possibilitando a replicação da tecnologia.

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Apoio E Estimulação Ao Bebe De Risco

Associação de Reabilitação Infantil Limeirense

Para atender a demanda de recém nascidos que estavam em fila de espera na organização com idade entre 0 a 8 meses, geralmente bebês de risco prematuro ou com algum tipo de deficiência, foi implantando uma estratégia de chamar a família juntamente com a criança para receber orientações a respeito do desenvolvimento infantil. Nesses encontros profissionais de diversas áreas contribuem com conteúdo específico e facilitam o entendimento das famílias com relação ao desenvolvimento adequado. Em cada encontro são chamados 10 famílias com seus respectivos bebês e as orientações são oferecidas, com materiais específicos. A partir desta abordagem conseguimos minimizar os atrasos.

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Aprender A Ler É Um Prazer

FRENTE DE ASSISTENCIA A CRIANÇA CARENTE

A Tecnologia Social desenvolve práticas de ações inovadoras de incentivo à leitura como, formação de grupos focais (Infantil, juventude e adultos), para mediação, de leitura, contação de histórias, tanto na biblioteca comunitária, como nos espaços dentro da comunidade. Realiza ações de biblioteca vai a rua, mediação de leitura na comunidade, saraus de poesia e quartas culturais com participação das escolas, associação dos moradores e espaços de garantia de direitos, que atuam na comunidade, fazendo militância e disseminando nos grupos atendidos, a política do livro e da leitura como um valor agregado a vida.

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Aprender E Crescer - Cursos Para Qualificação De Jovens Em Tecnologia

Associação Para o Desenvolvimento Tecnológico e Industrial do Sudoeste do Paraná

O Aprender & Crescer, criado em 2006, é um agente de qualificação profissional tecnológico, capacitando jovens, difundindo o empreendedorismo e promovendo o aumento de renda. Suas ações possibilitam diminuição do déficit de profissionais qualificados, oferecendo formação em contraturno escolar.

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Arquitetura Na Periferia

INSTITUTO DE ASSESSORIA A MULHERES E INOVAÇÃO -­ IAMÍ

Arquitetura na Periferia é um método de assessoria técnica a pequenos grupos de mulheres em situação de vulnerabilidade social, que as reúne e capacita para a independência do instalar, construir, reformar e melhorar as suas casas. Desenvolvido a partir da pesquisa de mestrado da arquiteta Carina Guedes, em 2013/14 pela EAD-UFMG, o método tem como premissas a autonomia das participantes, a cooperação e o trabalho coletivo. Trata-se de um processo no qual as participantes são apresentadas às práticas e técnicas de projeto e planejamento, e recebem um microfinanciamento para conduzirem suas obras com autonomia e sem desperdícios.

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Artesanato 5.0 - Rede Nacional Do Artesanato Cultural Brasileiro

Artesol - Artesanato Solidário

Essa tecnologia social aborda o passado e o futuro, a tradição e a inovação, a ancestralidade e a contemporaneidade, o tempo das mãos e a era do algoritmo. Ela mira a sociedade do futuro onde o pensamento se opõe por exemplo, ao da época da revolução industrial, cuja ideia de progresso hoje cobra um custo alto do planeta e da humidade. Os recentes estudos apontam que o que o homem aspira para o futuro é justamente reparar os danos do passado, almejando as transformações sociais e a sua qualidade de vida. Desde a revolução industrial do final do século XVIII até o presente, o desenvolvimento de soluções tecnológicas alcançou níveis que se via somente nas narrativas de ficção científica futurista, mas que em um piscar de olhos da história se tornaram realidade. A tecnologia Artesanato 5.0 - Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro vai ao encontro desse futuro, de uma sociedade com uma nova abordagem, onde o homem terá outro entendimento sobre a economia, os meios de consumo e a preservação da biodiversidade. A sociedade que está se configurando no presente demonstra a consciência e o interesse de resgatar e valorizar princípios e condutas ligadas a inclusão social, a sustentabilidade e o bem-estar coletivo. A crise pandêmica mundial acelerou e confirmou esta previsão. Nesse sentido, a tecnologia social que apresentamos tem a sua potência no uso da comunicação e da tecnologia, pois utiliza o meio digital para ganhar escala, democratizar o acesso ao conhecimento e dialogar com diferentes públicos numa perspectiva educativa. Esse alcance não seria possível sem o meio digital e a internet, que é o instrumento utilizado para apresentarmos ao mundo a importância patrimonial do artesanato de tradição cultural do país e a sua potente fonte de transformação social na vida dos artesãos, empreendedores da economia criativa. A abordagem dessa tecnologia social fala da Tradição e da Inovação como dois elementos que não são antagônicos, ou seja, a tradição não é algo estático, do passado, como muitos podem pensar e a Inovação, apesar de ser uma palavra da contemporaneidade é um movimento que sempre esteve ao lado da Tradição, pois são fenômenos complementares que se potencializam mutuamente. A proposta coloca o fazer manual no foco da economia do futuro que já está sendo e será fortemente a economia das emoções, onde as pessoas enquanto consumidores passam a desejar produtos e serviços que o façam pensar, viver e sentir algo novo, que o inspire e que lhe ajude a resignificar seu mundo pessoal e compartilhado, com mudanças positivas no mundo. Portanto, a solução que essa tecnologia social apresenta é colocar o artesanato de tradição cultural do Brasil na vitrine do mapa mundi virtual, é revelar a riqueza, a diversidade de técnicas, matérias primas e a criatividade das artesãs e artesãos do país para o mundo. O caminho foi a criação da pioneira Plataforma Digital, batizada como Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro, responsável por abrigar um banco de dados com o mapeamento dessa cadeia de valor. Contudo, não é só por causa do mapeamento disponibilizado na web que essa proposta se tornou inovadora, mas também pelas ações complementares de produção, sistematização e difusão de conhecimentos sobre o setor, que promove um dinâmica de circulação de informações e conteúdo qualificado para localizar, promover e fortalecer cada elo dessa cadeia produtiva. A ideia de Rede foi também uma estratégia central para conectar os agentes desse ecossistema na perspectiva da inclusão socioprodutiva e do desenvolvimento socioeconômico das comunidades tradicionais, que encontram na atividade artesanal uma fonte por vezes única, de geração de trabalho e renda. Por meio das informações disponibilizadas na plataforma e do trabalho de articulação e animação dessa Rede, as oportunidades de negócios para todos os envolvidos vêm se ampliando e como consequência o fortalecimento do artesanato enquanto patrimônio cultural imaterial e material do país também. A plataforma/portal contempla além das sessões que trazem a dimensão conceitual do artesanato, inúmeras reportagens de diversos colaboradores que pesquisam o tema fazendo correlações do artesanato com a cultura popular, a biodiversidade, o design, a inclusão social, o legado dos povos originários, entre outras temáticas relevantes sobre a identidade cultural do Brasil. Há 3 anos todo o conteúdo do portal vem sendo acessado gratuitamente por artesãos, profissionais da área, estudantes, pesquisadores e consumidores, se tornando a maior e mais qualificada referência para pesquisas sobre esse universo no país. Anualmente o site é atualizado, pois ele é a ferramenta que materializa a Rede e a dimensiona como uma tecnologia social. A cada ano novos integrantes são incluídos na Rede com seus respectivos perfis na plataforma digital e as funcionalidades de navegabilidade são aprimoradas para que os usuários tenham uma experiência positiva na visita ao portal. Em 2020 foi lançado dentro da Rede o Canal Virtual de Aprendizagem, o 1ª espaço virtual de formação continuada para os artesãos, com uma programação de podcast, web aulas e documentários de boas práticas. O diferencial desse ambiente é que o conteúdo é desenvolvido a partir de casos inspiracionais e demandas reais levantadas junto aos artesãos. A Rede e a plataforma têm também o propósito da profissionalização dos artesãos, que sempre foram estigmatizados pelo amadorismo e a informalidade. Em síntese, essa tecnologia social é relevante e potente porque mantêm viva a tradição dos saberes e fazeres artesanais na contemporaneidade, promove a inclusão social, o empreendedorismo nas bases do comercio justo, a valorização das identidades culturais em toda a sua diversidade, os direitos autorais dando protagonismo aos detentores dos conhecimentos. É um dispositivo que estimula a autonomia dos artesãos à buscarem qualificação, fazer negócios justos e estarem conectados com o mundo moderno por meio da presença digital. É uma tecnologia social que contribui com o alcance diretamente com seis objetivos para o desenvolvimento sustentável da agenda 2030 da ONU, sendo um instrumento de sensibilização e mobilização da sociedade, capaz de influenciar políticas públicas culturais, sociais, econômicas e ambientais para um setor com cerca de 10 milhões de trabalhadores criativos segundo o IBGE/2009.

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As Aventuras Da Garota Reparo

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais campus Governador Valadares

A partir das histórias de uma heroína adolescente, a GAROTA REPARO©, queremos levar a todos, principalmente às crianças e adolescentes, ideias sobre a importância da nossa participação na produção das cidades. Queremos contar sobre nossos direitos e deveres para, assim, desvelar caminhos para outras possibilidades de habitar as cidades. Novas formas, mais críticas e participativas, que busquem o acesso ampliado à cidadania. A partir das suas aventuras, cuja proposta é que sejam escritas por crianças e adolescentes e por eles compartilhadas, refletimos sobre as cidades e sobre os processos de sua produção. De história em história, meninos e meninas passam a perguntar se poderia ser diferente, se poderiam ser outras, as nossas cidades. A cada vez, ganhamos uma batalha na luta por cidades melhores e para todos.

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Auditoria Cívica Na Saúde

Instituto de Fiscalização e Controle

A “Auditoria Cívica na Saúde” é uma metodologia que possui dois objetivos principais: 1 - proporcionar experiência pedagógica do controle social para o cidadão por meio da participação social; e 2 - a partir da aplicação da metodologia proposta, avaliar a situação dos serviços da saúde básica oferecidos. Os problemas identificados durante a avaliação são organizados em relatório entregue às autoridades responsáveis: Secretaria de Saúde, Ministério Público e Controladorias. Nosso desejo é contribuir com a gestão pública para melhorar a qualidade dos serviços prestados à população e, ao mesmo tempo, conscientizar o cidadão sobre a importância de fiscalizar o poder público.

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