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Muralismo De Aprendizagem Coletiva
Serviço Social do Comércio Sesc - Centro Cultural Sesc Paraty
Tecnologia social que integra metodologia educacional participativa e técnica de produção de tintas naturais a partir de solos locais. Desenvolvida em interação com escola e comunidade, a iniciativa promove processos de escuta, investigação do território, produção coletiva de tintas de terra e criação colaborativa de murais. A tecnologia articula arte, educação ambiental e territorialidade, valorizando saberes tradicionais e conhecimentos científicos. De baixo custo e baixo impacto ambiental, está sistematizada em cartilha com passo a passo, possibilitando apropriação e replicação por instituições e comunidades, fortalecendo vínculos, identidade territorial e consciência socioambiental.
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Mureta De Pedras: Tecnologia Social De Combate Aos Efeitos Da Desertificação
Instituto Terraviva
A mureta de pedras consiste, basicamente, no empilhamento em nível de pedras, com intensidade, nas áreas agrícolas de comunidades, com o objetivo de promover a diminuição no carreamento de partículas dos solos em situação de enxurrada. Fenômeno de grande contribuição na degradação do solo e que implica na lixiviação de nutrientes e perda da camada fértil, devendo receber especial atenção em ações de conservação. Os benefícios são percebidos de médio em longo prazo viabilizando a agricultura familiar e contribuindo para o manejo sustentável da Caatinga. Conhecida há muito tempo em outras regiões, esta tecnologia era, desconhecida no estado de Alagoas, antes dessas ações.
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Museu De Arte Regina Rodrigues Machado (Marm)
VIELAS Espaço cultural
O Museu de Arte Regina Rodrigues Machado-MARM é um elemento importante de tecnologia social e cidadã da comunidade Euzébio Beltrão de Queiroz, favela de Caxias do Sul-RS. Com a adesão dos moradores aos projetos culturais do VIELAS, o museu de território constituiu-se de 72 murais artísticos, distribuídos em residências e muros. Propõe a reflexão sobre o papel arte na construção da memória territorial, entrelaçada com a memória social. Como atividade de educação patrimonial, realiza o Graffitour, que evidencia a realidade periférica, estimula a compreensão da cultura local como instrumento de transformação e valoriza narrativas que rompem com estigmas associados à periferia.
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Mutirão Agroflorestal
Associação Agroflorestal Solo Vivo - ASSOVIO
A tecnologia social dos mutirões agroflorestais integra capacitação prática, organização comunitária e regeneração ambiental. Realizados mensal ou quinzenalmente em diferentes sítios rurais, reúnem 20 a 30 participantes para atividades como plantio, manejo, preparo do solo e produção de compostos. O processo envolve inscrições, planejamento coletivo, preparo de mudas e ferramentas e registro em fotos, vídeos e cadernos de campo. A execução é totalmente colaborativa, sem financiamento externo, fortalecendo autonomia, cooperação e implantação contínua de agroflorestas.
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Mutuca Educa- Educação Ambiental, Arte Pública E Mobilização Comunitária
Associação das Dunas de Florianópolis
O Mutuca Educa é uma Tecnologia Social que integra educação ambiental, arte pública e valorização da cultura tradicional pesqueira e indígena, tendo o manguezal próximo às escolas como território de referência didática. A iniciativa reúne escolas, comunidade, universidade e órgãos públicos na articulação de saberes científicos e tradicionais, transformando o manguezal em território pedagógico vivo que promove conservação ambiental, pertencimento e cidadania. O projeto fortalece o protagonismo local por meio da formação de educadores, integração curricular e mobilização social, desenvolvendo roteiros ecopedagógicos, materiais educativos, sinalização ecológica e manejo ambiental.
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Nas Ramas Da Esperança - Vivificação De Solos Em Regiões Semiáridas Do Sertão Pernambucano Como Estratégia De Recuperação Do Potencial Produtivo De Áreas Degradadas E Combate À Pobreza Extrema
Campus Petrolina Zona Rural
Esperançar um mundo sem desigualdades, onde o acesso à alimentação não seja compreendido como um cenário impossível. Foi assim, inspirado nas memórias de uma infância desafiadora, observando os cultivos em um campo de terras secas do longínquo 5º Distrito de Serra Talhada, chamado Lagoa da Pedra, sertão pernambucano, que nasceu a inspiração para o Projeto “Nas Ramas da Esperança. Em sua primeira inspiração, a busca pela recuperação do potencial produtivo já era um dos principias focos a serem observados. Os solos secos e rasos do sertão pernambucano, oriundos de uma ação de devastação (por desmatamentos e ou uso excessivo de sais, uso de madeiras para carvoaria, ou outros processos de degradação antrópica), precisavam de um olhar atento que compreendesse que não desenvolvêssemos tecnologias para recuperação do potencial produtivo dos solos, de nada adiantaria cultivar. È necessário trazer de volta a vida ao ambiente, para compor um grande berçário de fertilidade, para que tenhamos uma agricultura produtiva, sustentável, e que respeita o meio ambiente. Assim nasceu a Tecnologia Social de "Vivificação de Solos em Regiões Semiáridas do Sertão Pernambucano como Estratégia de Recuperação do Potencial Produtivo de Áreas Degradada”, como componente do projeto maior “Nas Ramas Da Esperança”, que tem como foco maior o combate à pobreza extrema no estado de Pernambuco por meio da produção de alimentos biofortificados. O laboratório vivo de produção e desenvolvimento de tecnologias sociais está localizado em uma área de 1,5 hectares, no Campus Petrolina Zona Rural do IFSertãoPE, Petrolina, PE. As ações do projeto que existiam de maneira localizada, foram impulsionadas com o advento da pandemia da COVID-19, que trouxe um rastro de miséria não apenas para o Brasil. Agricultores que tiveram que retornar aos seus “quintais”, se depararam com a dura realidade da infertilidade das suas áreas. Seus solos não produziam mais. E como sobreviver em um período de crise extrema, com o aumento do preço dos alimentos e ao mesmo tempo um cenário de escassez? Foi em meio a esse contexto que o projeto ganhou relevância e passou a exportar tecnologias sociais de produção de alimentos biofortificados, e, principalmente, tecnologias de recuperação do potencial produtivo de áreas degradas por meio das técnicas de Vivificação dos Solos”. A técnica consiste em reproduzir um fenômeno natural de decomposição dos materiais vegetais, por meio de uma compostagem natural, montada diretamente sobre a área que se pretende recuperar, com a aplicação em camadas de material rico em carbono, nitrogênio (leguminosas), caldas e bioativadores, considerando que todo esse material é resíduo, existente em cada localidade em que a tecnologia foi implantada. Como resultados, a final de 2023, o projeto foi incluído na Rede BioFort de alimentos biofortificados e foi finalista do Prêmio Pacto Contra a Fome – ação financiada pela UNESCO. Atualmente, a tecnologia está sendo replicada em campo com sucesso, recuperando o potencial produtivo das áreas e levando dignidade aos homens e mulheres do campo. Após a recuperação das áreas, o agricultor/a pé estimulado a implantar cultivos de alimentos biofortificados, adaptados às condições de cultivo da região. Atualmente, estão disponíveis 22 variedades de quatro culturas: batatas-doces, feijão, milho e mandioca, todas elas biofortificadas. Como resultados alcançados, foram doadas 350mil mudas e 21ton. de alimentos; 1305 agricultores/as cadastradas em mais de 60 associações. Além disso, as ações do projeto estão presentes em 125 municípios nos estados de PE, BA, CE, SE, AL, PB, PI, PA e MG, confirmando a missão de levar esperança em forma de alimentos para a mesa das famílias carentes e em situação de insegurança alimentar.
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Negócios Agrícolas E Florestais Para Agricultura E Extrativismo Familiar
Fundação Jari
Assessoramento técnico às famílias de agricultores e extrativistas das comunidades rurais do Vale do Jarí para fomentar o desenvolvimento sustentável por meio do uso racional do solo e da floresta com a geração de trabalho em paralelo à segurança alimentar-nutricional e à conservação da floresta.
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Nit: Game Desenvolvido Para Conscientização Da Reciclagem Do Lixo Tecnológico
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná
A tecnologia social foi organizada e apresentada aos alunos de ensino médio no curso Técnico em Informática do IFPR-Câmpus Telêmaco Borba/PR, por meio do Game NIT. O Game foi desenvolvido, com o objetivo de divulgar a importância da reciclagem do lixo tecnológico em parceria com a Cooperativa dos Agentes Ambientais de Telêmaco Borba (COOPATB).
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O Algodão Agroecológico Gerando Renda E Conhecimento No Curimataú Paraibano
Associação de Apoio a Políticas de Melhoria da Qualidade de Vida, Meio Ambiente e Verticalização da Produção Familiar
No assentamento Queimadas os produtores de algodão começaram o manejo do algodão agroecológico no ano de 2006 com o surgimento do Projeto Escola Participativa do Algodão Agroecológico, através do apoio técnico da ARRIBAÇÃ. No ano de 2012 os produtores começaram a passar por problemas por causa da demora no pagamento da produção, pelo fato de que o processo de certificação por auditoria se tornou inviável. Dessa forma decidiram se organizar em um Organismo Participativo de Aceitação e Conformidade – OPAC denominado Rede Borborema de Agroecologia para certificar a produção agroecológica e garantir sua comercialização. Os agricultores são certificados como produtores orgânicos.
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O Consórcio Pcj E A Gestão Dos Recursos Hídricos
Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí
Somos uma associação civil de direito privado sem fins lucrativos que, desde 1989, atua com independência técnica e financeira, arrecadando e aplicando recursos em programas ambientais. Com o apoio de 43 municípios e 25 empresas associados, o Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (Consórcio PCJ) atua para recuperar os mananciais de sua área de abrangência. A base do nosso trabalho está na sensibilização sobre as questões hídricas, planejamento de ações de recuperação de mananciais e incentivo às iniciativas voltadas à preservação da água. A história de nossa entidade foi construída a partir de cada projeto que buscou o uso racional de água, a recuperação de matas ciliares e o correto gerenciamento de recursos hídricos, através de cada capacitação que buscou fortalecer os valores da educação ambiental em nossa região. Conquistamos esta marca através da cooperação regional entre iniciativa pública, iniciativa privada, terceiro setor e sociedade civil organizada na busca de soluções conjuntas para garantia da qualidade ambiental de nossa região. Sabemos que ainda há muito trabalho pela frente, mas já temos muitas conquistas para celebrar! O Consórcio PCJ foi pioneiro na implementação das ferramentas da Política Nacional de Recursos Hídricos, como a estruturação dos Comitês PCJ e os Planos das Bacias PCJ, outorgas e cobrança pelos usos dos recursos hídricos. Hoje temos a honra de ser uma entidade referência na área de gestão dos recursos hídricos, com parcerias nacionais como a Agência Nacional de Águas e internacionais através de Cooperação Técnica com a Agência Loire-Bretagne da França e Confedereação Hidrográfica Jucar da Espanha. Temos participação ativa em Redes de Organismos de Bacias Hidrográficas como a RELOB, RIOB e REBOB.
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