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Alimentação

Mandala Tintorial

Instituto Muhda

A tecnologia “Mandala Tintorial” busca oferecer um apoio estruturante para a autonomia de povos originários Guarani M’bya do norte de SC. Considerando tanto o contexto de insegurança alimentar grave da população indígena da região, quanto a importância do artesanato como fonte de renda das mulheres, esta tecnologia se ocupa de pensar uma solução sistêmica para: 1) produção de alimentos; 2) preservação artística e cultural; 3) saúde; e 4) geração de renda, através do plantio consorciado de plantas utilizadas para a alimentação e de espécies cujas sementes são usadas no artesanato e/ou com propriedades tintoriais para a aplicação de tinturaria natural em substituição aos corantes tóxicos.

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Manejo De Alternância Na Criação Coletiva De Aves Caipiras

Associação Técnico Científica Ernesto Luis de Oliveira Júnior

A TS propõe um manejo de alternância na criação coletiva de aves caipiras em quintais agrícolas, por mulheres agricultoras, como forma de garantir a autonomia e empoderamento feminino, pela geração de renda e segurança alimentar das famílias envolvidas. A metodologia do manejo leva em consideração as três principais fases de desenvolvimento das aves caipiras, que são: Inicial, Crescimento e Terminação; com duração de 28 dias cada. Ao final de cada fase, as aves são transferidas de galinheiros, sendo cuidadas por diferentes mulheres, por tempo igual, gerando entre as famílias envolvidas, um sentimento de pertence coletivo, o que facilita a divisão do trabalho e da renda gerada.

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Mani-Oara: Sociobioeconomia Das Mulheres Da Floresta.

Associação de Moradores Agroextrativistas e Indígenas do Tapajós

A iniciativa promove a autonomia e o empoderamento de mulheres indígenas e extrativistas na RESEX Tapajós-Arapiuns através da bioeconomia. Fortalece os processos da produção agroecológica, através da interação entre o saber e o fazer ancestral e os conhecimentos acadêmicos. Ao organizar unidades de produção comunitárias, a tecnologia garante a inserção dessas mulheres em cadeias de valor sustentáveis, gerando renda própria e fortalecendo sua voz na governança territorial. O modelo concilia a conservação da floresta em pé com a transformação social, assegurando o protagonismo feminino na defesa da cultura e na segurança alimentar dos povos da floresta.

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Máquina De Ralar E Prensa Alimentícia Para Casas De Farinha Quilombolas

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA - CAMPUS SIMÕES FILHO

As comunidades quilombolas, especialmente na Bahia, têm historicamente desenvolvido sistemas produtivos próprios, entre os quais se destaca a fabricação artesanal da farinha de mandioca. Esse processo não é apenas uma atividade econômica, mas uma prática carregada de significados culturais, sociais e identitários. Desenvolvi através de um projeto social no Quilombo do Dandá em Simões Filho-BA uma máquina de ralar mandioca e uma prensa projetadas com critérios de leveza, portabilidade, segurança, adequação sanitária, ergonomia e de preservação dos saberes quilombolas utilizando materiais como chapas de aço inoxidável,motores, macacos mecânico em tecnologias acessíveis.

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Maré De Sabores

Associação Redes de Desenvolvimento da Maré

O Projeto Maré de Sabores promove qualificação profissionalizante em gastronomia, inserida no contexto social e econômico local da Maré e voltada exclusivamente para mulheres. O projeto trabalha com questões de gênero, uma vez que o objetivo central da qualificação em gastronomia é promover e estimular o protagonismo da mulher nas transformações sociais do território, desenvolvendo as habilidades subjetivas das mulheres e consequentemente encorajando sua inserção no mercado e de trabalho. Ele promove disseminação de conhecimentos e de habilidades para que as mulheres possam trabalhar à favor do direito humano, da conscientização dos seus direitos e soberania alimentar. https://www.redesdamare.org.br/br/info/16/mare-de-sabores

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Moeda Verde - Reciclagem Que Alimenta

Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André

O Moeda Verde é um programa da cidade de Santo André que estimula a reciclagem através da troca de recicláveis por alimentos hortifrutis. As trocas são realizadas quinzenalmente, quando uma agência móvel vai até a comunidade participante realizar a ação. A cada 5 kg de recicláveis, o morador recebe 1 kg de legumes ou frutas, além de uma hortaliça de brinde. Todo resíduo recebido é encaminhado às cooperativas de reciclagem conveniadas com o município, que comercializam este material. Assim, os recicláveis deixam de ser aterrados e retornam à cadeia produtiva. Os cooperados, por sua vez, têm acesso a uma maior quantidade de resíduos com melhor qualidade, ampliando as suas rendas.

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Monitorando A Cidade

Colaboratório de Desenvolvimento e Participação (Colab-EACH-USP)

O Monitorando a Cidade/Promise Tracker é um kit de ferramentas de coleta de dados colaborativos e metodologia projetada para ajudar as comunidades a monitorar temas de interesse que podem variar desde de problemas de infraestrutura até avaliação do progresso das promessas feitas pelo governo local ou a entrega de serviços públicos. O kit de ferramentas permite que os usuários definam uma questão de interesse, desenvolvam uma pesquisa de coleta de dados, distribuam a pesquisa aos telefones dos membros da comunidade e visualizem os resultados agregados na forma de mapas e gráficos gerados automaticamente online. O kit de ferramentas e a metodologia da iniciativa são projetados para apoiar as comunidades na coleta colaborativa de dados para monitorar questões consideradas prioritárias em suas cidades e usar essas informações para defender a mudança com o governo local, instituições ou a imprensa. Esse conjunto de ferramentas é composto por uma plataforma web, um aplicativo móvel e uma metodologia.

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Mulheres Protagonistas No Beneficiamento De Produtos Agroecológicos

Cooperativa Agropecuária de Alagoas

Em 2013, a Cooperativa Agropecuária de Alagoas foi criada com o intuito de promover a agroecologia e a melhoria da renda dos agricultores familiares do município de Flexeiras – Alagoas. Entretanto, apenas em 2016, identificaram a oportunidade de trabalhar com o beneficiamento de alimentos da sociobiodiversidade local. Objetivando a geração de renda das mulheres do campo, construíram a Casa de Beneficiamento de Produtos Agroecológicos de doces e geleias de frutas, além de outros produtos como o bolos, pães e biscoitos. Adaptaram o local à legislação sanitária e profissionalizaram as mulheres cooperadas por meio de cursos de formação. Firmaram parcerias para venda dos produtos.

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Mutirão Ciranda - Jovens E Mulheres Da Agricultura Familiar (Serta)

Serviço de Tecnologia Alternativa

O Mutirão Ciranda é uma metodologia desenvolvida pelo Serta, no âmbito da formação Técnica-Profissional de nível médio em Agroecologia, a qual oportuniza 405 horas/intervenção dos 600 estudantes, jovens e mulheres agricultoras/as familiares, na extensão da prática dos conhecimentos adquiridos na Escola do Serta transformação das circunstâncias locais de suas famílias e comunidades. Fazendo o uso das diretrizes da agroecologia, educação popular, economia solidária e permacultura como itinerário pedagógico, fortalecendo os atores locais como sujeitos da mudança de forma autogestionária, apoiando as famílias a permanecerem e sobreviverem dos desafios e oportunidades do campo.

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Nas Ramas Da Esperança - Vivificação De Solos Em Regiões Semiáridas Do Sertão Pernambucano Como Estratégia De Recuperação Do Potencial Produtivo De Áreas Degradadas E Combate À Pobreza Extrema

Campus Petrolina Zona Rural

Esperançar um mundo sem desigualdades, onde o acesso à alimentação não seja compreendido como um cenário impossível. Foi assim, inspirado nas memórias de uma infância desafiadora, observando os cultivos em um campo de terras secas do longínquo 5º Distrito de Serra Talhada, chamado Lagoa da Pedra, sertão pernambucano, que nasceu a inspiração para o Projeto “Nas Ramas da Esperança. Em sua primeira inspiração, a busca pela recuperação do potencial produtivo já era um dos principias focos a serem observados. Os solos secos e rasos do sertão pernambucano, oriundos de uma ação de devastação (por desmatamentos e ou uso excessivo de sais, uso de madeiras para carvoaria, ou outros processos de degradação antrópica), precisavam de um olhar atento que compreendesse que não desenvolvêssemos tecnologias para recuperação do potencial produtivo dos solos, de nada adiantaria cultivar. È necessário trazer de volta a vida ao ambiente, para compor um grande berçário de fertilidade, para que tenhamos uma agricultura produtiva, sustentável, e que respeita o meio ambiente. Assim nasceu a Tecnologia Social de "Vivificação de Solos em Regiões Semiáridas do Sertão Pernambucano como Estratégia de Recuperação do Potencial Produtivo de Áreas Degradada”, como componente do projeto maior “Nas Ramas Da Esperança”, que tem como foco maior o combate à pobreza extrema no estado de Pernambuco por meio da produção de alimentos biofortificados. O laboratório vivo de produção e desenvolvimento de tecnologias sociais está localizado em uma área de 1,5 hectares, no Campus Petrolina Zona Rural do IFSertãoPE, Petrolina, PE. As ações do projeto que existiam de maneira localizada, foram impulsionadas com o advento da pandemia da COVID-19, que trouxe um rastro de miséria não apenas para o Brasil. Agricultores que tiveram que retornar aos seus “quintais”, se depararam com a dura realidade da infertilidade das suas áreas. Seus solos não produziam mais. E como sobreviver em um período de crise extrema, com o aumento do preço dos alimentos e ao mesmo tempo um cenário de escassez? Foi em meio a esse contexto que o projeto ganhou relevância e passou a exportar tecnologias sociais de produção de alimentos biofortificados, e, principalmente, tecnologias de recuperação do potencial produtivo de áreas degradas por meio das técnicas de Vivificação dos Solos”. A técnica consiste em reproduzir um fenômeno natural de decomposição dos materiais vegetais, por meio de uma compostagem natural, montada diretamente sobre a área que se pretende recuperar, com a aplicação em camadas de material rico em carbono, nitrogênio (leguminosas), caldas e bioativadores, considerando que todo esse material é resíduo, existente em cada localidade em que a tecnologia foi implantada. Como resultados, a final de 2023, o projeto foi incluído na Rede BioFort de alimentos biofortificados e foi finalista do Prêmio Pacto Contra a Fome – ação financiada pela UNESCO. Atualmente, a tecnologia está sendo replicada em campo com sucesso, recuperando o potencial produtivo das áreas e levando dignidade aos homens e mulheres do campo. Após a recuperação das áreas, o agricultor/a pé estimulado a implantar cultivos de alimentos biofortificados, adaptados às condições de cultivo da região. Atualmente, estão disponíveis 22 variedades de quatro culturas: batatas-doces, feijão, milho e mandioca, todas elas biofortificadas. Como resultados alcançados, foram doadas 350mil mudas e 21ton. de alimentos; 1305 agricultores/as cadastradas em mais de 60 associações. Além disso, as ações do projeto estão presentes em 125 municípios nos estados de PE, BA, CE, SE, AL, PB, PI, PA e MG, confirmando a missão de levar esperança em forma de alimentos para a mesa das famílias carentes e em situação de insegurança alimentar.

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