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Renda

Redes Colaborativas Entre Empreendedoras De Favelas E Periferias

Asplande Assessoria e Planejamento para o Desenvolvimento

As Redes Colaborativas entre Empreendedoras de Favelas e Periferias desenvolvidas pela Asplande são espaços de formação, articulação e troca de conhecimentos e experiências, que estimulam o potencial das mulheres moradoras de favelas e periferias que buscam criar ou consolidar seus negócios. Criada em 1997, tem contribuído para mudanças relacionadas à quebra de valores que impedem o desenvolvimento da mulher, possibilitando descoberta de novas formas de relações, não só de trabalho, mas também familiar, social e política.

Temas: Renda Educação Ver mais

Redes De Impacto

Instituto Ecomar

A pesca fantasma é uma séria ameaça à biodiversidade marinha, causada por equipamentos de pesca perdidos e descartados no oceano, matando até 69 mil animais diariamente no Brasil. O problema é agravado pela gestão deficiente desses resíduos, especialmente em comunidades costeiras, onde a pesca é fundamental para a subsistência. Em resposta a essa questão, criamos um modo de interceptar e recupera redes de pesca descartadas, transformando-as em produtos como bolsas, sacolas e acessórios. Os produtos são costurados manualmente, preservando os saberes tradicionais dos pescadores e caiçaras e gerando renda para essas pessoas. As redes que não podem ser costuradas passam por trituração e reprocessamento, reintegrando-se à cadeia do plástico. Além de combater a pesca fantasma, a iniciativa promove a conscientização sobre o problema e valoriza as comunidades caiçaras, aliadas na defesa do litoral. Essa solução local pode ser replicada em outras regiões costeiras do Brasil, contribuindo para a resolução desse desafio global. Ao revitalizar o saber tradicional de costura de redes, preserva-se uma parte importante da cultura costeira que está ameaçada pela industrialização da pesca.

Temas: Meio ambiente Renda Ver mais

Redes De Produção Agroecológica E Solidária

Associação Paraense de Apoio as Comunidades Carentes (APACC)

A tecnologia social "Redes de Produção Agroecológica e Solidária" busca fortalecer a produção familiar agroecológica, propiciando a valorização dos produtos agroextrativistas, gerando renda de forma sustentável e com segurança alimentar.

Temas: Renda Ver mais

Redes Locais Tecendo Saberes Agroecológicos

Associação Paraense de Apoio as Comunidades Carentes (APACC)

Multiplicar conhecimentos em Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, contribuindo para a preservação ambiental, geração de renda das famílias de agricultores/as e agroextrativistas, segurança e soberania alimentar e nutricional, controle social e proposição de políticas públicas.

Temas: Meio ambiente Renda Ver mais

Régua De Maturidade Do Artesanato

Instituto Paulista de Cidades e Identidades Culturais (Ipcic)

A Régua de Maturidade do Artesanato é uma tecnologia social criada para diagnosticar e orientar o desenvolvimento técnico, estético e produtivo de artesãos, reconhecendo trajetórias diversas e diferentes níveis de domínio. Inspirada na Economia Criativa e Solidária, organiza cinco eixos, 13 etapas e quatro níveis de maturidade. Seu objetivo central é orientar ações de fomento em grupos com estágios distintos, garantindo que todos avancem sem perder o interesse. Validada em campo, promove inclusão, autonomia, qualificação contínua e fortalecimento das redes de criação e cooperação. A partir desta TS, o próprio artesão se avalia e identifica suas metas e sistematiza suas necessidades de avanço

Temas: Renda Educação Ver mais

Replicando O Passado

MUSEU PARAENSE EMILIO GOELDI

O projeto Replicando o Passado é uma tecnologia social baseada na produção artesanal de cerâmica, desenvolvido a partir da articulação entre saberes técnico-científicos e tradicionais. Desenvolvido pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) em parceria com ceramistas das comunidades oleiras do Paracuri, bairro de Icoaraci, em Belém (PA), busca revitalizar o artesanato local ao mesmo tempo em que promove a difusão do patrimônio arqueológico da região. Iniciado em 2016, a partir da demanda dos próprios ceramistas, o projeto permanece ativo até os dias atuais. O objetivo inicial era permitir que as comunidades desenvolvessem peças cerâmicas com maior qualidade e valor agregado, por meio da reprodução de peças originais, o que implicaria em aumento das vendas e da renda. A metodologia empregada é baseada em processos colaborativos, estruturados a partir de oficinas participativas que possibilitam a troca de saberes entre arqueólogos e artesãos. Esse processo resulta na apropriação tecnológica, momento em que os ceramistas passam a deter informações técnicas sobre arqueologia amazônica, podendo atuar na produção de réplicas com rigor técnico e qualidade artística. Entre os resultados esperados, destacam-se a promoção e extroversão do patrimônio arqueológico, a ampliação da renda dos ceramistas e a disseminação do conhecimento arqueológico em formatos acessíveis.

Temas: Educação Renda Ver mais

Resgate Da Ancestralidade E Constituição Inicial Do Território Tradicional

Secretaria do Desenvolvimento Agrário - SDA

Resgate da Constituição do Território e Fortalecimento da Ancestralidade de Comunidades Tradicionais, através de processos educacionais marcados pela construção do saber, tendo como protagonistas as pessoas da comunidade, fortalecendo suas territorialidades, que conquistam a transformação de sua realidade.

Temas: Educação Renda Ver mais

Resgate, Qualificação E Certificação De Processo De Fabricação De Queijo Artesanal.

Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS)

A tecnologia descreve as ações realizadas pela Emater/RS, produtores rurais e entidades parceiras que garantiram a continuidade da produção do queijo artesanal serrano no Rio Grande do Sul. Sua fabricação, à margem da legislação sanitária, expunha os produtores à apreensão de seu produto pelos agentes de fiscalização e ao aviltamento dos preços no comércio com intermediários, além de colocar em risco a saúde dos consumidores. Esse queijo típico é produzido por pecuaristas familiares dos Campos de Cima da Serra do RS e SC, desde a sua ocupação pelos portugueses, com leite cru de bovinos de raças de corte/mistas, predominantemente alimentadas nos campos nativos. É produzido em pequena escala, nas propriedades rurais, com um saber-fazer transmitido entre gerações há mais de 200 anos.

Temas: Alimentação Renda Ver mais

Reuso D´água De Piscicultura Para Fruticultura E Horticultura Irrigadas

Associação dos Produtores do Vale do São Bento

O projeto denominado Pingo D´água surgiu em 1999 com fruticultura irrigada, mas foi em 2001 que a tecnologia vingou com o uso de estufas, que propiciou melhoria na adaptação das mudas. É uma adaptação da tecnologia de perfuração de poços rasos para solo específico do semiárido. O acesso ao poço é democrático e por possuir uma metodologia simples de perfuração, pode ser apropriada facilmente por qualquer pessoa, tem um custo e de utilidade aplicável a custo baixo. Em 2017, iniciaram-se experiências para criação de tilápias em quatro tanques a partir de então a água fertilizada dos peixes foi usada com sucesso na fruticultura e com colheitas precoces, caso do mamão.

Temas: Renda Recursos Hídricos Ver mais

Reuso De Resíduos Vítreos De Aterros Sanitários: Meio Ambiente E Renda

Group of Polymers and Nanostructures (GPaN) Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Campus Toledo

A reciclagem de resíduos vítreos é um problema ambiental sério em pequenas cidades distantes de indústrias de produção. Além do problema ambiental, a reciclagem do vidro é uma atividade com baixa remuneração para cooperativas/catadores de materiais reciclados, tornando o vidro um material com difícil destinação final. O projeto desenvolvido busca soluções para utilização do vidro encontrado em aterros municipais que consigam gerar renda à cooperativa com a comercialização do vidro na forma de pó para aplicações na construção civil. Apresenta soluções na qual o vidro na forma de pó é comercializado pela cooperativa para aplicação no concreto em soluções para reciclagem. Além da aplicação do pó de vidro na produção de corpos cimentícios, a produção de cerâmica vermelha (tijolos e/ou telhas) foi desenvolvida pela aplicação do pó de vidro como aditivo. A utilização do pó de vidro permite uma economia na quantidade de argila utilizada e confere maior resistência, menor absorção de água à cerâmica e redução da porosidade do corpo de prova.

Temas: Meio ambiente Renda Ver mais

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