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Resultados da busca

Absorventes Ecológicos E Inclusivos

Economia Solidaria do Sol Nascente

A Tecnologia Social se baseia na Confecção de absorventes com tecidos laváveis e reutilizáveis. A Tecnologia produz esses itens de higiene menstrual de forma coletiva e cooperada entre as participantes. Cada representante possui um papel importante diante das habilidades que possuem. Enquanto algumas cortam medidas da matéria prima para diferentes tamanhos, outras costuram essas peças enquanto outro grupo fica responsável pela finalização dos materiais. Os absorventes ecológicos guardam compromissos com os três pilares do conceito ASG (Meio Ambiente, Social e Governança). É Ambientalmente correto, pois não gera resíduos descartáveis e possibilita o reuso dos materiais, é Socialmente responsável pois agrega mulhereres em torno de uma causa comum em sua realidade social, gerando empoderamento, acesso à dignidade por produtos de higiene menstrual de baixo custo e reutilizável e sensibilização com a ampliação do alcance da solução, na medida em que divulga o material para mulheres de classes sociais menos providas de recursos. Além disso, possui governança madura, pois o agrupamento de mulheres buscam a produção para gerar renda comum, cujos resultados são compartilhados e celebrados entre todas as participantes.

Temas: Renda Saúde Ver mais

Afreektech

Movimento Black Money

Afreektech representa uma abordagem abrangente de inclusão digital, impulsionando a transformação do ecossistema empreendedor negro com ênfase nas áreas de comunicação, educação e geração de negócios voltados para a comunidade negra. Nosso diferencial reside na promoção do letramento identitário e na adoção de um mindset inovador no ecossistema afroempreendedor. Por meio de hackathons e programas de aceleração para carreiras e negócios voltados para a comunidade negra, buscamos conferir uma verdadeira autonomia e liberdade, utilizando a tecnologia como meio para promover justiça econômica. Atuamos de maneira efetiva no estímulo ao empreendedorismo e à inovação destinados à população afrobrasileira. Enfatizamos a educação como pilar essencial, direcionada à busca por oportunidades e ao desenvolvimento de habilidades e competências para empreendedores e jovens negros. Nossa metodologia é solidamente fundamentada na Transformação Digital, visando não apenas trazer, mas capacitar a comunidade negra para uma participação ativa e bem-sucedida no mercado digital.

Temas: Educação Renda Ver mais

Amara Cozinha Saudável

Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário - IBEAC

A Amara Cozinha nasceu em 2017 com a proposta de geração de renda, autonomia e empoderamento feminino para que mulheres possam superar principalmente situações de violências. Com um propósito maior, as Amaras promovem a conscientização e o acesso à alimentação saudável pela venda de produtos, prestação de serviços e formações em suas comunidades. Está localizada no extremo Sul da cidade de São Paulo, na Sede Parelheiros Saudável Territórios Abraçados, espaço coordenado e mantido pela parceria IBEAC (Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário) e CPCD (Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento), atingindo famílias, grupos e organizações de 6 bairros do entorno – Barragem, Colônia, Jardim Silveira, Nova América, São Norberto e Vargem Grande.

Temas: Alimentação Renda Ver mais

Antenados Produtora

Instituto Ramacrisna

A tecnologia visa oferecer novas perspectivas de vida e promover o empoderamento de jovens acima de 16 anos, em situação de vulnerabilidade social, moradores em área rural e/ou periferia de cidade do interior, através da qualificação profissional no segmento de fotografia, cinegrafia, edição de imagens e redação. Essa formação possibilita se tornarem potenciais produtores de conteúdo e agentes transformadores da sociedade em que vivem, gerando trabalho e renda através da prestação de serviços a empresas e organizações sociais, produzindo reportagens, coberturas fotográficas e vídeos institucionais, tornando-se um grupo autossustentável e autônomo, possibilitando a replicação da tecnologia.

Temas: Educação Renda Ver mais

Arquitetura Na Periferia

INSTITUTO DE ASSESSORIA A MULHERES E INOVAÇÃO -­ IAMÍ

Arquitetura na Periferia (AnP) é um método de assessoria técnica a pequenos grupos de mulheres em situação de vulnerabilidade social, que as reúne e capacita para a independência do instalar, construir, reformar e melhorar as suas casas. Desenvolvido a partir da pesquisa de mestrado da arquiteta Carina Guedes, em 2013/14 pela EAD-UFMG, o método tem como premissas a autonomia das participantes, a cooperação e o trabalho coletivo. Trata-se de um processo no qual as participantes são apresentadas às práticas e técnicas de projeto e planejamento, e recebem um microfinanciamento para conduzirem suas obras com autonomia e sem desperdícios.

Temas: Educação Habitação Ver mais

Artesanato 5.0 - Rede Nacional Do Artesanato Cultural Brasileiro

Artesol - Artesanato Solidário

Essa tecnologia social aborda o passado e o futuro, a tradição e a inovação, a ancestralidade e a contemporaneidade, o tempo das mãos e a era do algoritmo. Ela mira a sociedade do futuro onde o pensamento se opõe por exemplo, ao da época da revolução industrial, cuja ideia de progresso hoje cobra um custo alto do planeta e da humidade. Os recentes estudos apontam que o que o homem aspira para o futuro é justamente reparar os danos do passado, almejando as transformações sociais e a sua qualidade de vida. Desde a revolução industrial do final do século XVIII até o presente, o desenvolvimento de soluções tecnológicas alcançou níveis que se via somente nas narrativas de ficção científica futurista, mas que em um piscar de olhos da história se tornaram realidade. A tecnologia Artesanato 5.0 - Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro vai ao encontro desse futuro, de uma sociedade com uma nova abordagem, onde o homem terá outro entendimento sobre a economia, os meios de consumo e a preservação da biodiversidade. A sociedade que está se configurando no presente demonstra a consciência e o interesse de resgatar e valorizar princípios e condutas ligadas a inclusão social, a sustentabilidade e o bem-estar coletivo. A crise pandêmica mundial acelerou e confirmou esta previsão. Nesse sentido, a tecnologia social que apresentamos tem a sua potência no uso da comunicação e da tecnologia, pois utiliza o meio digital para ganhar escala, democratizar o acesso ao conhecimento e dialogar com diferentes públicos numa perspectiva educativa. Esse alcance não seria possível sem o meio digital e a internet, que é o instrumento utilizado para apresentarmos ao mundo a importância patrimonial do artesanato de tradição cultural do país e a sua potente fonte de transformação social na vida dos artesãos, empreendedores da economia criativa. A abordagem dessa tecnologia social fala da Tradição e da Inovação como dois elementos que não são antagônicos, ou seja, a tradição não é algo estático, do passado, como muitos podem pensar e a Inovação, apesar de ser uma palavra da contemporaneidade é um movimento que sempre esteve ao lado da Tradição, pois são fenômenos complementares que se potencializam mutuamente. A proposta coloca o fazer manual no foco da economia do futuro que já está sendo e será fortemente a economia das emoções, onde as pessoas enquanto consumidores passam a desejar produtos e serviços que o façam pensar, viver e sentir algo novo, que o inspire e que lhe ajude a resignificar seu mundo pessoal e compartilhado, com mudanças positivas no mundo. Portanto, a solução que essa tecnologia social apresenta é colocar o artesanato de tradição cultural do Brasil na vitrine do mapa mundi virtual, é revelar a riqueza, a diversidade de técnicas, matérias primas e a criatividade das artesãs e artesãos do país para o mundo. O caminho foi a criação da pioneira Plataforma Digital, batizada como Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro, responsável por abrigar um banco de dados com o mapeamento dessa cadeia de valor. Contudo, não é só por causa do mapeamento disponibilizado na web que essa proposta se tornou inovadora, mas também pelas ações complementares de produção, sistematização e difusão de conhecimentos sobre o setor, que promove um dinâmica de circulação de informações e conteúdo qualificado para localizar, promover e fortalecer cada elo dessa cadeia produtiva. A ideia de Rede foi também uma estratégia central para conectar os agentes desse ecossistema na perspectiva da inclusão socioprodutiva e do desenvolvimento socioeconômico das comunidades tradicionais, que encontram na atividade artesanal uma fonte por vezes única, de geração de trabalho e renda. Por meio das informações disponibilizadas na plataforma e do trabalho de articulação e animação dessa Rede, as oportunidades de negócios para todos os envolvidos vêm se ampliando e como consequência o fortalecimento do artesanato enquanto patrimônio cultural imaterial e material do país também. A plataforma/portal contempla além das sessões que trazem a dimensão conceitual do artesanato, inúmeras reportagens de diversos colaboradores que pesquisam o tema fazendo correlações do artesanato com a cultura popular, a biodiversidade, o design, a inclusão social, o legado dos povos originários, entre outras temáticas relevantes sobre a identidade cultural do Brasil. Há 3 anos todo o conteúdo do portal vem sendo acessado gratuitamente por artesãos, profissionais da área, estudantes, pesquisadores e consumidores, se tornando a maior e mais qualificada referência para pesquisas sobre esse universo no país. Anualmente o site é atualizado, pois ele é a ferramenta que materializa a Rede e a dimensiona como uma tecnologia social. A cada ano novos integrantes são incluídos na Rede com seus respectivos perfis na plataforma digital e as funcionalidades de navegabilidade são aprimoradas para que os usuários tenham uma experiência positiva na visita ao portal. Em 2020 foi lançado dentro da Rede o Canal Virtual de Aprendizagem, o 1ª espaço virtual de formação continuada para os artesãos, com uma programação de podcast, web aulas e documentários de boas práticas. O diferencial desse ambiente é que o conteúdo é desenvolvido a partir de casos inspiracionais e demandas reais levantadas junto aos artesãos. A Rede e a plataforma têm também o propósito da profissionalização dos artesãos, que sempre foram estigmatizados pelo amadorismo e a informalidade. Em síntese, essa tecnologia social é relevante e potente porque mantêm viva a tradição dos saberes e fazeres artesanais na contemporaneidade, promove a inclusão social, o empreendedorismo nas bases do comercio justo, a valorização das identidades culturais em toda a sua diversidade, os direitos autorais dando protagonismo aos detentores dos conhecimentos. É um dispositivo que estimula a autonomia dos artesãos à buscarem qualificação, fazer negócios justos e estarem conectados com o mundo moderno por meio da presença digital. É uma tecnologia social que contribui com o alcance diretamente com seis objetivos para o desenvolvimento sustentável da agenda 2030 da ONU, sendo um instrumento de sensibilização e mobilização da sociedade, capaz de influenciar políticas públicas culturais, sociais, econômicas e ambientais para um setor com cerca de 10 milhões de trabalhadores criativos segundo o IBGE/2009.

Temas: Educação Renda Ver mais

Banco Social Assubank - Microcrédito Pago Com "Lixo" Reciclável

Instituto de Desenvolvimento Amazônia Sustentável - IDEASSU

O Assubank, conhecido como Banco Social Moeda Verde, é uma iniciativa de finanças solidárias implantada na cidade de Igarapé-Açu, no estado do Pará. Seu principal objetivo é oferecer acesso a microcrédito em moeda social — a Moeda Verde, com valor equivalente ao real — para pequenos empreendedores que empreendem por necessidade e, muitas vezes, estão excluídos do sistema financeiro tradicional. A proposta inovadora do Assubank está na forma alternativa de pagamento das parcelas do microcrédito. Os empreendedores podem quitar suas dívidas por meio da entrega de resíduos recicláveis, como papel, papelão, plástico, metal, vidro, óleo de cozinha usado e lixo eletrônico. Esses materiais são entregues diretamente à ReciclAssu — cooperativa de reciclagem criada a partir das ações do projeto Movimento Moeda Verde — onde são pesados, precificados e o valor correspondente é abatido do saldo devedor do empréstimo. Essa solução conecta inclusão financeira, sustentabilidade ambiental e desenvolvimento comunitário. Ao transformar resíduos em moeda, o Assubank promove a educação ambiental, reduz o descarte inadequado de lixo, gera renda e fortalece a economia local por meio de uma lógica de economia circular. Além disso, a iniciativa fortalece a organização comunitária, estimula práticas cooperativas e valoriza o protagonismo das populações de baixa renda na construção de alternativas sustentáveis para seus próprios territórios.

Temas: Meio ambiente Renda Ver mais

Círculo De Resiliência Produtiva (Crp)

INSTITUTO ILUMINAR DE GESTAO E CIDADANIA (IGC)

O Círculo de Resiliência Produtiva (CRP) é uma TS inovadora para 30 mulheres do semiárido (Caatinga), focada em superar a escassez hídrica e a vulnerabilidade econômica. O Módulo Hídrico de Captura e Conservação (MHCC) utiliza círculos de bananeira aprimorados e biochar para maximizar a eficiência hídrica e o reuso de água cinza. A TS prevê também a execução de uma Unidade de Geração de Renda (UGR), visando a criação de um Banco de Sementes Crioulas descentralizado e uma etiquetagem de sociobiodiversidade que garante conservação, soberania alimentar e aumento de 30% na renda, promovendo a equidade de gênero. A replicabilidade é assegurada pelo Kit de Formação didático e acessível.

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Cozinhas Coletivas Agroextrativistas

Instituto Internacional de Educação do Brasil

Ao longo dos anos, o Instituto Internacional de Educação do Brasil – IEB tem atuado no fortalecimento de processos de organização coletiva e social, objetivando facilitar a inclusão socioprodutiva de mulheres de diversos territórios na Amazônia. Seus esforços são voltados para que mulheres ribeirinhas, indígenas, quilombolas, agroextrativistas, entre outros grupos, sejam reconhecidas como protagonistas nos processos de desenvolvimento socioambiental e na realização de atividades ligadas às economias da sociobiodiversidade. A Cozinha Coletiva Agroextrativista Iaçá, criada em 2018, é situada na comunidade de Santo Ezequiel Moreno, no município de Portel, no arquipélago do Marajó, no estado do Pará. A comunidade ribeirinha localiza-se aproximadamente a uma hora “de viagem” fluvial da sede do município e está localizada às margens do Rio Acutipereira, fazendo parte do Projeto Estadual de Assentamento Agroextrativista (Peaex) Acutipereira. Três anos após a criação da cozinha Iaçá, em novembro de 2021, outra cozinha agroextrativista surge, desta vez no estado do Amapá: a Cozinha Coletiva do Beira Amazonas. O nome da cozinha faz referência à sua localização: trata-se de uma região que concentra 26 comunidades agroextrativistas, que se autodenominam comunidades do “Beira-Amazonas”, estando localizadas na margem direita do Rio Amazonas, numa área onde as águas dos rios Macacoari e Amazonas se encontram. O Beira Amazonas está sob a jurisdição de dois municípios - Itaubal e Macapá.

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Escola De Pais: Fortalecimento Familiar Para Prevenir O Acolhimento De Crianças

Aldeias Infantis SOS Brasil

A "Escola de Pais" existe para reverter a fragilização de vínculos afetivos, fortalecendo as relações familiares e comunitárias para criar um ambiente seguro e protetor para crianças, adolescentes e jovens com risco de perda do cuidado parental. Iniciado em Foz do Iguaçu no ano de 2015, atua diretamente no núcleo familiar, com visitas domiciliares, oficinas temáticas, seminários de integração das famílias com a rede local e encaminhamentos para a rede de apoio (CRAS, CREAS). Atendeu 147 famílias, tendo sido evitados até o mês de fevereiro de 2017 pelo menos 32 acolhimentos, deixando de onerar o município em mais de R$770.000,00, que seriam alocados para o serviço de acolhimento.

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