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Band’erê - Formação Artística, Musical E Cidadã De Crianças E Jovens Para Inclusão Social E Enfrentamento Do Racismo Estrutural
Associação Cultural Ilê Aiyê
A tecnologia social da Escola Band’Erê, desenvolvida e aplicada pelo bloco afro Ilê Aiyê desde 1992, é um programa de qualificação que vai muito além da formação artística e musical, preparando crianças e jovens de 8 a 17 anos para a vida, em suas mais diversas esferas: política, econômica e social, sempre com base na perspectiva de uma educação antirracista e de ensino e difusão da cultura negra. Vale ressaltar que em 2024 o Ilê Aiyê comemora 50 anos, destacando que o governo da Bahia autorizou o início do processo de patrimonialização da Noite da Beleza Negra - concurso que valoriza a inteligência e a estética da mulher negra (realizado há 43 anos pelo bloco) - como bem cultural imaterial.
Temas: Educação Ver mais
Banheiro Ecológico: Saneamento Descentralizado Para Comunidades Ribeirinhas
Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)
A contaminação biológica das águas na Amazônia resultante da falta de saneamento básico, tanto no meio rural, quanto no meio urbano, tem trazido uma série de problemas ambientais e de saúde pública. A implantação do banheiro ecológico, saneamento descentralizado, em regiões com alagamentos sazonais necessitam de adaptações especiais, como a deposição de dejetos em recipientes impermeáveis instalados, acima do solo e fixo por hastes, de modo que o movimento das águas não permita o extravasamento dos dejetos. Nele não se utiliza água para diluição dos dejetos, apenas, para a higienização das mãos.
Temas: Meio ambiente Recursos Hídricos Ver mais
Banheiro Seco : Alternativa Ecológica No Semiárido
Centro de Apoio ao Pequeno Produtor
O Banheiro Seco é uma solução simples, ecológica e economicamente viável e uma tecnologia consagrada em diversos países do mundo, que transforma o que é visto como problema – os dejetos humanos – em adubo orgânico, recurso valioso para agricultura e a parte líquida como fertilizante para hortas.
Temas: Meio ambiente Saúde Ver mais
Barragem Subterrânea Transformando Vidas No Médio Sertão De Alagoas
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa Solos UEP Recife
A barragem subterrânea é uma tecnologia de captação e armazenamento da água da chuva que está promovendo o redesenho de agroecossistemas no Médio Sertão do Estado de Alagoas por meio da valoração de metodologias que utilizam o saber popular em diálogo com o conhecimento científico.
Temas: Recursos Hídricos Alimentação Ver mais
Barraginhas De Captação De Águas Superficiais De Chuvas
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa Milho e Sorgo
Trata-se de pequenos açudes construídos dispersos nas propriedades que, captam as enxurradas durante o ciclo de chuvas, infiltram (enchem e esvaziam várias vezes no ciclo) e recarregam o lençol freático, revitalizam os mananciais mantenedores dos córregos e rios. Proporcionam também áreas umedecidas favorecendo a agricultura, (ameniza veranicos), além de proporcionar melhores condições para as famílias do meio rural, aumentando a auto estima, diminuem os danos ambientais, principalmente a erosão, assoreamento e enchentes, reduz o êxodo rural, desenvolvido pela Embrapa Sorgo e Milho, de Sete Lagoas (MG).
Temas: Meio ambiente Recursos Hídricos Ver mais
Base
Associação em Defesa da Economia Popular
A BASE é um espaço de apoio, acolhimento e organização criado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Direitos para trabalhadores da economia popular — entregadores e motoristas por aplicativo, ambulantes e outras categorias precarizadas. Localizada na Rua Irmã Simpliciana, próxima à Praça da Sé, oferece banheiro, água filtrada, micro-ondas, descanso, infraestrutura básica, atendimento jurídico e psicossocial, apoio para debates, organização e articulação pela luta por direitos. Nascida da organização popular diante da omissão do poder público e da exploração das plataformas, a BASE se torna referência de solidariedade, resistência e construção coletiva de alternativas para quem move a cidade.
Temas: Renda Saúde Ver mais
Bases Florestais Nos Presídios
CEDAE - Companhia Estadual de Águas e Esgotos
O projeto "Bases Florestais nos Presídios" é uma tecnologia social inovadora que visa à reintegração social de apenados enquanto contribui para a conservação e restauração dos mananciais de abastecimento público. A metodologia envolve a criação de viveiros de mudas florestais nativas da Mata Atlântica dentro de unidades prisionais, onde os detentos recebem oportunidade de trabalho, capacitação profissional e geração de renda. Enquanto os internos em regime fechado trabalham na produção das mudas florestais, aqueles em regime semiaberto saem diariamente da unidade prisional, para plantar e cuidar destas mudas até que as mesmas se tornem uma floresta. Além de fornecer habilidades profissionais, o projeto oferece aos apenados a oportunidade de contribuir positivamente para a sociedade, ajudando na restauração de áreas degradadas, na conservação da biodiversidade e na mitigação das mudanças climáticas. Essa tecnologia social não apenas proporciona benefícios ambientais, mas também tem um impacto transformador no aspecto social. Ao capacitar, empregar e remunerar os apenados em atividades específicas para empregos verdes, o projeto aumenta suas chances de emprego após o cumprimento da pena, reduzindo a reincidência prisional. Além disso, o envolvimento em atividades significativas e ambientalmente conscientes melhora a autoestima e autoconfiança dos detentos, promovendo sua reintegração bem-sucedida na sociedade. O Projeto "Bases Florestais nos Presídios" representa uma abordagem inovadora que unifica a reabilitação de apenados, a conservação ambiental e a conscientização social, criando um impacto positivo tanto para as pessoas quanto para o meio ambiente.
Temas: Meio ambiente Recursos Hídricos Ver mais
Batata-Doce Brs Amélia: Alimento, Nutrição E Saúde Para Todos
Embrapa Clima Temperado
A cultivar de batata-doce ‘BRS Amélia’ foi selecionada a partir de plantas provenientes da região de São Lourenço do Sul (RS). As batatas apresentam formato elíptico longo, são de cor rosa claro com pigmentações também rosadas, a polpa é alaranjada. A colheita inicia entre 120 a 140 dias após plantio. A produtividade média é de 32 toneladas por hectare, ou seja, 227 e 239% superior à média da produção no Brasil e no Rio Grande do Sul, respectivamente (IBGE – Produção Agrícola Municipal, 2016). Quanto à composição química e características nutricionais, constitui-se em fonte de energia devido ao alto teor de amido (27,09 %) e de glicose (30,10 %). Fornece também proteínas (0,130 mg/100g) e antocianinas (0,70 mg/100g). A cultivar BRS Amélia destaca-se pela grande aceitação do consumidor devido ao sabor e à cor da polpa (alaranjado intenso). Quando cozida ou assada, a textura é úmida e melada, macia e extremamente doce. A casca se solta com facilidade da polpa. Constitui-se em importante fonte de carotenoides (provitamina A) componente nutricional essencial para a população, principalmente infantil, muitas vezes deficitária desta vitamina.
Temas: Alimentação Saúde Ver mais
Baú De Leitura
Movimento de Organização Comunitária
Proposta de leitura lúdica e contextualizada, destinam a crianças e adolescentes, suas famílias, educadores, educadoras e a toda à sociedade interessada no desenvolvimento da cidadania e sua concepção é balizada pela leitura para ampliar a visão de mundo. É dividido em Mote 01- Identidade, Mote 02- Meio Ambiente, Mote 03- Cidadania.
Temas: Educação Meio ambiente Ver mais
Berçário De Sementes Para A Regularização Ambiental De Propriedades Rurais
Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
Adotou-se o plantio de muvuca de sementes nativas e exóticas não invasoras, em unidades de restauração ecológica situadas em nascentes degradadas de Campo Verde, MT. Grandes e pequenos proprietários participam do trabalho. As técnicas são de baixo custo econômico e alta eficiência ambiental.
Temas: Meio ambiente Recursos Hídricos Ver mais